Encefalites autoimunes
Encefalites causadas por anticorpos são inflamações do cérebro, ou partes do cérebro, causadas por anticorpos produzidos contra os neurônios. Este grupo de doenças causa perda cognitiva (memória, fala, função excecutiva e visoespacial) e fazem parte do diagnóstico diferencial da Doença de Alzheimer e outros tipos de demência. Com o tratamento precoce, os sintomas das encefalites autoimune podem regredir completamente.
Por acometerem áreas do cérebro na parte responsáveis pelas emoções e pelo comportamento, estas doenças podem cursar com alterações de sono, agitação, letargia, agressividade, depressão, ansiedade, delírios e alucinações. Flutuação do estado de consciência (acordar, dormir, ficar torporoso), confusão mental e convulsões (na forma de abalos, espasmos, ou convulsões generalizadas) geralmente acompanham o quadro.
Em grande parte dos casos, as manifestações mais dramáticas e graves são as alterações comportamentais e cognitivas. Na história é possível identificar perda ou flutuação cognitiva associados a relatos, ou a evidência em exames de sintomas físicos como convulsões e alterações de coordenação motora.
Este grupo de doenças deve sempre ser suspeitado quando há déficit cognitivo progressivo, especialmente nos de evolução mais rápida que quadros demenciais primários clássicos, ou seja, que apresentem uma evolução subaguda de 2 a 3 meses. Classicamente, as encefalites imunomediadas causam alterações no exame clínico (realizado na consulta), exames de imagem (tomografia e ressonância do cérebro) e do líquor cefalorraquidiano. Contudo, uma parcela dos casos pode não revelar alterações nestes exames.
Estas encefalites podem estar associadas a presença de neoplasias, que devem ser pesquisadas através de exames. Quando presente, o tratamento do tumor está relacionado a melhora da encefalite. O tratamento das encefalites envolve a prescrição de corticoides e imunossupressores.
Por acometerem áreas do cérebro na parte responsáveis pelas emoções e pelo comportamento, estas doenças podem cursar com alterações de sono, agitação, letargia, agressividade, depressão, ansiedade, delírios e alucinações. Flutuação do estado de consciência (acordar, dormir, ficar torporoso), confusão mental e convulsões (na forma de abalos, espasmos, ou convulsões generalizadas) geralmente acompanham o quadro.
Em grande parte dos casos, as manifestações mais dramáticas e graves são as alterações comportamentais e cognitivas. Na história é possível identificar perda ou flutuação cognitiva associados a relatos, ou a evidência em exames de sintomas físicos como convulsões e alterações de coordenação motora.
Este grupo de doenças deve sempre ser suspeitado quando há déficit cognitivo progressivo, especialmente nos de evolução mais rápida que quadros demenciais primários clássicos, ou seja, que apresentem uma evolução subaguda de 2 a 3 meses. Classicamente, as encefalites imunomediadas causam alterações no exame clínico (realizado na consulta), exames de imagem (tomografia e ressonância do cérebro) e do líquor cefalorraquidiano. Contudo, uma parcela dos casos pode não revelar alterações nestes exames.
Estas encefalites podem estar associadas a presença de neoplasias, que devem ser pesquisadas através de exames. Quando presente, o tratamento do tumor está relacionado a melhora da encefalite. O tratamento das encefalites envolve a prescrição de corticoides e imunossupressores.