Epilepsia e depressão
A epilepsia é uma doença comum do cérebro que causa convulsões frequentes. Estas são explosões da atividade elétrica do cérebro, que afetam temporariamente o seu funcionamento. Como o cérebro é um órgão responsável por diversas funções, as convulsões podem ter diferentes e variados sintomas, como alterações motoras, sensoriais, cognitivas e emocionais.
Existem diversas causas de epilepsia, como síndromes genéticas, tumores, acidentes vasculares cerebrais (AVC), trauma crânio-encefálico e o uso de drogas e de substâncias.
Com o tratamento adequado da epilepsia, cerca de 70% das pessoas acometidas por esta doença conseguem viver livres das crises convulsivas. Entretanto, existem fatores que podem piorar o controle da epilepsia, como o uso irregular da medicação, uso de substâncias psicoativas (drogas), assim como doenças agudas e crônicas descompensadas. Um dos fatores que pode dificultar o tratamento da epilepsia, com o aumento do número de crises e até diminuir a resposta ao tratamento prescrito é a depressão.
Sintomas depressivos que levem à privação de sono, tomada irregular da medicação e ao uso de substâncias, podem predispor à convulsões. As alterações cognitivas podem levar ao esquecimento de doses, ou ao uso incorreto da medicação. O pensamento de conteúdo negativo típico da depressão pode fazer com que um indivíduo suspenda o uso dos anticonvulsivantes, por passar a acreditar que o tratamento seja difícil demais, ou não perceber seus benefícios.
A depressão é a doença mais comum em pacientes com epilepsia. É mais comum em pacientes com epilepsia do que em outras doenças crônicas, como asma e diabetes. Apesar disso, diversos autores notam que muitos indivíduos com epilepsia não são diagnosticados e tratados para depressão quando acometidos por ela.
Estar atento aos sintomas da depressão e perguntar ativamente sobre eles em pacientes com epilepsia garante o seu diagnóstico e a possibilidade de tratamento precoce. Isso pode evitar o recrudescimento de crises convulsivas ou o aumento do número de crises, além do alívio do sofrimento psíquico e de todo o corolário de consequências negativas da depressão.
Existem diversas causas de epilepsia, como síndromes genéticas, tumores, acidentes vasculares cerebrais (AVC), trauma crânio-encefálico e o uso de drogas e de substâncias.
Com o tratamento adequado da epilepsia, cerca de 70% das pessoas acometidas por esta doença conseguem viver livres das crises convulsivas. Entretanto, existem fatores que podem piorar o controle da epilepsia, como o uso irregular da medicação, uso de substâncias psicoativas (drogas), assim como doenças agudas e crônicas descompensadas. Um dos fatores que pode dificultar o tratamento da epilepsia, com o aumento do número de crises e até diminuir a resposta ao tratamento prescrito é a depressão.
Sintomas depressivos que levem à privação de sono, tomada irregular da medicação e ao uso de substâncias, podem predispor à convulsões. As alterações cognitivas podem levar ao esquecimento de doses, ou ao uso incorreto da medicação. O pensamento de conteúdo negativo típico da depressão pode fazer com que um indivíduo suspenda o uso dos anticonvulsivantes, por passar a acreditar que o tratamento seja difícil demais, ou não perceber seus benefícios.
A depressão é a doença mais comum em pacientes com epilepsia. É mais comum em pacientes com epilepsia do que em outras doenças crônicas, como asma e diabetes. Apesar disso, diversos autores notam que muitos indivíduos com epilepsia não são diagnosticados e tratados para depressão quando acometidos por ela.
Estar atento aos sintomas da depressão e perguntar ativamente sobre eles em pacientes com epilepsia garante o seu diagnóstico e a possibilidade de tratamento precoce. Isso pode evitar o recrudescimento de crises convulsivas ou o aumento do número de crises, além do alívio do sofrimento psíquico e de todo o corolário de consequências negativas da depressão.