Lítio
O lítio foi introduzido na medicina em 1843 e 17 anos mais tarde suas propriedades estabilizadoras do humor foram notadas em pacientes depressivos. Devido à necessidade de controlar frequentemente a dose no sangue de lítio, apenas em 1974 o órgão que aprova a venda e prescrição de medicamentos dos Estados Unidos aprovou a comercialização do sal de lítio (carbonato de lítio) para o tratamento de transtornos de humor.
O lítio é um elemento da tabela periódica que existe em traços na água, comida e em todos os seres vivos. Ainda não foi estabelecido se o lítio é essencial para o desenvolvimento humano. Não há evidência de deficiência deste elemento em seres humanos. O uso do lítio pela psiquiatria é pela ação dele no sistema nervoso central, não pelas baixa concentração de lítio, ou porque haveria carência de lítio no corpo.
A forma comercializada é o Carbonato de Lítio, cujo maior uso é para quadros de humor, como transtornos bipolares, depressões recorrentes e refratárias e para o transtorno esquizoafetivo. Contudo, o lítio pode também ser usado para estimular o crescimento de leucócitos, em anemias aplásicas e após quimioterapias e como tratamento ajunto na radioterapia em câncer de tireoide. Ele permanece na literatura e prática psiquiátricas há décadas como um dos principais medicamentos para controle de transtornos psiquiátricos.
O lítio é muitas vezes uma medicação tão eficaz para tratar transtornos mentais, que muitas vezes médico e paciente optam por mantê-lo, mesmo se houver alguns efeitos colaterais, como alterações na tireoide e o tremor, que é a queixa mais comum dos pacientes que fazem uso deste medicamento. O tremor pode ser aliviado com as formas de liberação lenta de carbonato de lítio ou medicações específicas para o tremor induzido pelo lítio, como o propranolol. Certas vezes, condições como ansiedade, uso excessivo de cafeína e medicamentos podem contribuir para o tremor.
É importante realizar o acompanhamento das funções da tireoide, do rim e do coração para quem faz uso de carbonato de lítio. Em idosos e pessoas com problemas renais, o uso do lítio é evitado, mas quando o uso do lítio é necessário, é de boa prática realizar exames para a função da tireoide, renal e a dosagem do lítio frequentemente.
Como o lítio é um sal que se dilui pelo corpo e é excretado pelo rim, ao tomar doses maiores que as usuais ou em casos de desidratação, por exemplo, o indivíduo que faz uso de lítio pode experimentar náuseas, vômitos e diarreia como sinal de intoxicação. Todo paciente deve suspender o carbonato de lítio frente a estes sintomas e procurar o seu médico, pois poucos comprimidos além da dose prescrita podem ser tóxicos para o sistema nervoso.
O lítio é um elemento da tabela periódica que existe em traços na água, comida e em todos os seres vivos. Ainda não foi estabelecido se o lítio é essencial para o desenvolvimento humano. Não há evidência de deficiência deste elemento em seres humanos. O uso do lítio pela psiquiatria é pela ação dele no sistema nervoso central, não pelas baixa concentração de lítio, ou porque haveria carência de lítio no corpo.
A forma comercializada é o Carbonato de Lítio, cujo maior uso é para quadros de humor, como transtornos bipolares, depressões recorrentes e refratárias e para o transtorno esquizoafetivo. Contudo, o lítio pode também ser usado para estimular o crescimento de leucócitos, em anemias aplásicas e após quimioterapias e como tratamento ajunto na radioterapia em câncer de tireoide. Ele permanece na literatura e prática psiquiátricas há décadas como um dos principais medicamentos para controle de transtornos psiquiátricos.
O lítio é muitas vezes uma medicação tão eficaz para tratar transtornos mentais, que muitas vezes médico e paciente optam por mantê-lo, mesmo se houver alguns efeitos colaterais, como alterações na tireoide e o tremor, que é a queixa mais comum dos pacientes que fazem uso deste medicamento. O tremor pode ser aliviado com as formas de liberação lenta de carbonato de lítio ou medicações específicas para o tremor induzido pelo lítio, como o propranolol. Certas vezes, condições como ansiedade, uso excessivo de cafeína e medicamentos podem contribuir para o tremor.
É importante realizar o acompanhamento das funções da tireoide, do rim e do coração para quem faz uso de carbonato de lítio. Em idosos e pessoas com problemas renais, o uso do lítio é evitado, mas quando o uso do lítio é necessário, é de boa prática realizar exames para a função da tireoide, renal e a dosagem do lítio frequentemente.
Como o lítio é um sal que se dilui pelo corpo e é excretado pelo rim, ao tomar doses maiores que as usuais ou em casos de desidratação, por exemplo, o indivíduo que faz uso de lítio pode experimentar náuseas, vômitos e diarreia como sinal de intoxicação. Todo paciente deve suspender o carbonato de lítio frente a estes sintomas e procurar o seu médico, pois poucos comprimidos além da dose prescrita podem ser tóxicos para o sistema nervoso.